Oi gente, vou postar um bem pequeno agora, escrevi faz meses, aproveitem...
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Mas um sol nasceu e se pos sem que fosse notado, agora tudo eram horas, tudo era um grande marcar de ponteiros, assim pensou Hana horas antes de com uma pequena lamina cortar os pulsos. Tudo era banal, tudo era passageiro - falou com a voz quase se apagando de dor, não a dor dos cortes, mas a dor de sua alma, a dor de ver pela janela suja pela poluição, essa neblina cinza e mórbida, as pessoas andando sem olhar realmente para o outro que caminha a seu lado.
Ali, deitada em sua cama, em uma poça de sangue, com seus longos cabelos negros soltos e emaranhados, molhados pelo sangue que quase não flui mais em suas veias, seus olhos cor de mogno e sua pele bronzeada pelo trabalho. Ali sozinha como sempre foi, ouvindo o som do trem das 20 horas, passando tão próximo, nunca gostou de morar ao lado dos trilhos, sorrindo com o pensamento sarcástico diz ao vazio – Pelo menos é a ultima vez que ouço o barulho ensurdecedor dos trens.
Falando com uma voz lenta, já sentia o sono final chegando, quase prevendo serem suas ultimas palavras - Amanha vai estar escrito Hana Hinamori, jovem de 22 anos, solteira, comete suicídio em seu pequeno apartamento no bairro de Arakawa.
Deixou uma lagrima solitária escorrer pelo rosto, limpando a pequena mancha de sangue em sua bochecha enquanto passava, disse - E mesmo assim, não tenho inimigos para rir de minha morte, ou amigos para chorar, nem familiares que lembrarão de mim, sou só, eu, minhas lagrimas salgadas e meu doce sangue, só a gente nessa cama.
Sentia um sono incontrolável, e de olhos quase cerrados podia ver, ali na sua frente as garras frias de um Shinigame retirando sua alma pelos cortes em seu pulso, aos poucos como quem sorve um delicado vinho e deseja provar o gosto refinado, de maneira lenta mais constantemente.
Sabia que seria assim, já tinha ouvido historias, mas considerava somente contos, pequenas lendas, nunca acreditara neles, enquanto olhava para os olhos negros do shinigame disse – Isso, coma minha vida, como minha morte, devore o fim que me resta, já que o mundo devorou cada um de meus sonhos e alegrias banais – fez uma pequena pausa e disse antes de cair no seu ultimo sono - Devore minhas dores, so restaram elas em mim para você.
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Mas um sol nasceu e se pos sem que fosse notado, agora tudo eram horas, tudo era um grande marcar de ponteiros, assim pensou Hana horas antes de com uma pequena lamina cortar os pulsos. Tudo era banal, tudo era passageiro - falou com a voz quase se apagando de dor, não a dor dos cortes, mas a dor de sua alma, a dor de ver pela janela suja pela poluição, essa neblina cinza e mórbida, as pessoas andando sem olhar realmente para o outro que caminha a seu lado.
Ali, deitada em sua cama, em uma poça de sangue, com seus longos cabelos negros soltos e emaranhados, molhados pelo sangue que quase não flui mais em suas veias, seus olhos cor de mogno e sua pele bronzeada pelo trabalho. Ali sozinha como sempre foi, ouvindo o som do trem das 20 horas, passando tão próximo, nunca gostou de morar ao lado dos trilhos, sorrindo com o pensamento sarcástico diz ao vazio – Pelo menos é a ultima vez que ouço o barulho ensurdecedor dos trens.
Falando com uma voz lenta, já sentia o sono final chegando, quase prevendo serem suas ultimas palavras - Amanha vai estar escrito Hana Hinamori, jovem de 22 anos, solteira, comete suicídio em seu pequeno apartamento no bairro de Arakawa.
Deixou uma lagrima solitária escorrer pelo rosto, limpando a pequena mancha de sangue em sua bochecha enquanto passava, disse - E mesmo assim, não tenho inimigos para rir de minha morte, ou amigos para chorar, nem familiares que lembrarão de mim, sou só, eu, minhas lagrimas salgadas e meu doce sangue, só a gente nessa cama.
Sentia um sono incontrolável, e de olhos quase cerrados podia ver, ali na sua frente as garras frias de um Shinigame retirando sua alma pelos cortes em seu pulso, aos poucos como quem sorve um delicado vinho e deseja provar o gosto refinado, de maneira lenta mais constantemente.
Sabia que seria assim, já tinha ouvido historias, mas considerava somente contos, pequenas lendas, nunca acreditara neles, enquanto olhava para os olhos negros do shinigame disse – Isso, coma minha vida, como minha morte, devore o fim que me resta, já que o mundo devorou cada um de meus sonhos e alegrias banais – fez uma pequena pausa e disse antes de cair no seu ultimo sono - Devore minhas dores, so restaram elas em mim para você.
