Então, para não ficar me estendendo aqui lá vai meu primeiro poema postado.
Espero que gostem.
E espero tambem que deixem comentários, falando o que acharam do blog, do poema, de mim, que seja.
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Canção do caminho
Eu nesse claustro cristalino
Donde nânfora só resta o vinho
Vivo a verter o liquido salino
Num bailar deselegante e estático
Admiro lapides de nevoa
Que se movem inquietas
E vivas me sufocam a alma
Tento seguir o ritmo indeciso
Vivendo de sofrimento sofrido
E de alegrias etéreas e mortais
Tão bem quanto os olhos apagados
Vivo olhando as cores do mormaço
De um lago de mentiras banais
Tento crer no labuto árduo
Tento viver como o arauto
De noticias manchadas de esplendor
Pois eu nesse claustro de areia
Sofrendo nas grades que permeia
E me cantão o som da solidão
E de laminas que queimam frias
Tal qual garras alvas das harpias
E que cantam o som da dor sublime
Talvez a noite apazigúe a vida
E com lagrimas cruas e ditas
Me renovem o cardio dessecado
Talvez o dia me guie a ida
Ou as estrelas que no céu fixa
Mostram o caminho do decapitado
E num sonho feerico viva
E no rumo da cantiga siga
A ceifa da neve fria
Que renova meu peito cansado
by Jaiadeva Seus

Ainda admirado com o nome. E o sobrenome!... (risos)
ResponderExcluirUm novo fôlego que veio ao ver o Branco? Belo e interessante, i like. =D
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